segunda-feira, 10 de março de 2014

Mitsumi

Mitsumi
Classe: Treinadora dos Tipos Voadores
Rival: Lucas Diamond
Conquistas: ???
Estréia: Capitulo 26
Biografia: Não suporta o visual de Dawn, mas para vencer as pessoas que a destruiu no passado faz de tudo. Menos pintar o cabelo cujo ama tanto. Sempre odiou Pokémon lutadores, por isso decidiu humilhar todos que se especializam neles.
Pokémon:

Hareta

Hareta
Classe: Coordenador
Rival: Barry Pearl
Fitas: ???
Estréia: Capitulo 26
Biografia: Sofre com uma leve amnésia após sofrer um sério acidente de carro, após o acidente sua personalidade mudou, ele fica confuso mais rápido, não entende indiretas e esquece das coisas facilmente. Resolveu copiar o visual do Lucas, pois ama o chapéu do garoto.
Pokémon:
 

domingo, 9 de março de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Capitulo 25

   Depois de dois dias em observação no hospital Lucas finalmente foi liberado, ficou sabendo da morte de sua mãe e a noite quando apenas Dawn dormia em seu quarto chorou por um bom tempo, lembrando de como a mãe sempre o incentivou, e ela acabou sendo mais uma vítima da Team Galactic, mais um motivo para ele treinar e viajar atrás destes bandidos. Volkner se despediu e voltou ao seu ginásio prometendo se vingar do equipe vilã, Gardenia vez o mesmo. Barry dormiu no hotel do Centro Pokémon e Dawn ficou no quarto de Lucas no Hospital.
    O dia começava como se uma nova era começasse junto, o céu era de um azul intenso, o sol mais brilhante que nunca, as poucas nuvens eram brancas como a neve e corriam rápido pelo céu. Lucas, Dawn e Barry estão mais preparados que nunca, todos com um incentivo a mais na vida, conseguiram mais um motivo para lutarem e serem fortes. Eles querem paz, liberdade, mas não querem fugir da guerra que sabem que uma hora vai chegar, a qualquer momento um dos lados lançará a primeira bomba, ai começará a verdadeira guerra.

    Dawn e Lucas — Agora oficialmente namorados — saiam do Centro Pokémon, prontos para aventura.
    Lucas respirou fundo.
    — Como é bom estar de volta a vida.
    — Não vejo a hora de sair dessa cidade, só mais seis ginásios e me encontrarei com Cynthia! Não vejo a hora.
    — Primeiro precisamos achar o Barry.
    Não foi preciso esforço pois os garotos ouviram o berro de Pearl de longe, correram até o campo que se encontra atrás de todos os centro Pokémon.
    Barry estava suado, mas muito energético, todos os seus Pokémon estavam fora da pokébola.
    — Shinx mais uma vez!
    — Gire com o Charge. 
    Shinx começou a correr em círculo com várias faíscas saindo de si, logo foi pegando velocidade e fazendo parecer que as faíscas saiam de onde ele pisava.
     — Spark aos céus!!!! — Gritou Barry
     Shinx sem parar pegou mais velocidade enquanto uma carga elétrica azul o cercava, ele deu um salto alto e em linha reta, aso chega no máximo que pode explodiu em luzes e quando todas as faíscas sumiram Shinx apareceu no meio delas. 
    — Deeeeemaaaaaaaiiiiis!!!!! — Gritava Barry
    Dawn e Lucas começaram a aplaudir freneticamente, Pearl os notou e corou levemente
    — Pessoal!!! Finalmente! Olhem isso!
    Ele correu até os garotos com o panfleto na mão.
    — Daqui a duas semanas o Contest mais importante e mais precioso, depois do Grande Festivas, vai acontecer! E é em Hearthome... Nossa próxima parada! — Dizia ele muito empolgado
    — Uau. Barry você tem que ganhar! — Disse Dawn
    — Eu vou ganhar. Vocês verão! Será apresentação em dupla e estou treinando para ver qual deles tem melhor química juntos, mas atá agora estou sem resultados. 
    — Podemos te ajudar. — Disse Lucas.
     Depois de meia hora eles conseguiram trazer Joy e um Chansey para perto. As duas e Lucas estavam numa bancada super sérios quando Dawn apareceu com um graveto representando um microfone na frente dos jurados. E todos os Pokémon de Lucas e Dawn em volta como uma platéia que berravam toda hora.
    — Sejam todos bem vindos, senhoras e senhores. Vamos dar inicio ao Contest de Eterna, nossos jurados são Lucas Diamond, Joy e nossa querida Chansey! — Ela fez uma pausa para todos os Pokémon gritarem —  E nosso primeiro participante é.... Barry Pearl, da cidade de Twinleaf! — Dizia Dawn inspirada
   Barry apareceu com Budew e Eevee. 
   — Preparem-se! — Disse o garoto nervoso.
   
   Logo uma imagem passou na frente de Barry, ele estava no meio de um palco com zilhões de pessoas em sua volta, todos o fitavam com cobrança, querendo o melhor do garoto, ele começou a tremer. Barry não estava preparado, ele participou de dois Contest com no mínimo 50 pessoas o olhando, mas ali naquele estádio ia ter muito mais que isso. A dúvida e o medo o acertou em cheio.
    — Pode se apresentar Barry. — Chamou Dawn
    — E... Eu, eu não posso. — Gaguejou Barry
    — Como não pode? Desclassificado! Próximo por favor — Empolgou Joy
    — Acalmem-se jurada! — Dawn abaixou o tom de voz — É um simulação.
    Joy se comportou
    — Desculpem. — Disse a enfermeira.
    Chansey se revoltou, bateu na mesa e voltou para o Centro Pokémon com Joy tentando acalmá-la.
    — Viu? É isso que acontecerá se você demorar a apresentar! — Repreendeu Lucas
    — Os Chansey se revoltaram? — Perguntou Barry nervoso
    — Não! Os jurados se irritarão e te desclassificarão! Você tem que ser confiante! — Disse Dawn
    — Confiança demais fez você perder para Roark na primeira batalha. — Lembrou Barry
    Dawn se ofendeu.
    — O que queremos dizer é que você está ficando nervoso e se esquecendo de apresentar! — Tentou Lucas
    — Eu não vou conseguir. — Lamentou-se Barry
    — Não se quiser — Disse uma voz vindo do Centro Pokémon.
    Dawn deu um gritinho chocada, a mulher que ela tanto queria roubar o lugar, a mulher que ela sempre quis derrotar maleficamente, a dona de seus sonhos mais maldosos.
    Diamond Pearl Cynthia.png
   — Cynthia! — Lucas e Barry se alegraram e correram para abraçá-la.
   — Saudades de vocês garotos. Me espanta lhe ver vivo Lucas. — Disse a Campeã calmamente.
   — Errr... Um alonga história. — Disse Lucas
   — Eu vim assim que soube de seu terrível acidente, e o da sua mãe, mas pelo visto cheguei tarde.
   — Poem tarde nisso. Ele já morreu e voltou a vida agora pode ir. — Explodiu Dawn
   — E quem é você — Perguntou Cynthia calmamente
   — A mulher que você nunca será! 
   Dawn saiu de lá furiosa, seus Pokémon a acompanharam.
   — Dawn? — Repreendeu Lucas, mas a garota já tinha ido.
   — Desculpe, ela é meio bipolar e tem problemas pessoais — Mentiu Barry.
   — Então você decidiu ser coordenador? — Disse Cynthia mudando de assunto
   — Sim! É muito legal, mas não sei se consigo
   — Agora sou treinador de Pokémon Lutadores!!! — Disse Lucas sendo ignorado
   — E porque você não conseguiria? — Perguntou Cynthia
   — Não sei, em ginásios eu só tinha o Lucas me olhando, mas agora são muitas pessoas que irão vaiar se eu errar. Não sei se posso.
    — Você quer?
    — Quero, mas...
    — Então você pode. — Disse Cynthia severa — Qualé, antes de batalhar com a Elite 4 teve aquela ultra liga que teve muitas pessoas te olhando e você venceu!
    — Quer ver meu Machop? — Tentou Lucas sem sucesso
    — Vou tentar — Prometeu Barry
    — Você não vai tentar. Você vai ganhar. Vou te contar uma coisa. Depois que venci a Elite 4 e o campeão na época eu decidi me tronar coordenadora, senti o mesmo que você está sentindo agora, mas ao subir no palco uma confiança me rodeou e dei o melhor show que Sinnoh viu. virei Top Coordenadora e olha onde estou hoje! Barry o segredo é acreditar em si mesmo, acredite em si.
    Barry ficou calado pensando nas sábias palavras da campeã.
    — Então... — Começou Lucas
    — Eu já ouvi! — Se irritou Cynthia
    Logo começaram a rir quando uma pequena pedra acerta a cabeça de Cynthia que dá um gritinho. Todos olharam para trás e viram Dawn correndo igual louca para dentro do Centro Pokémon.
    — Desculpe, ela é minha namorada, e tenho uma leve impressão que lhe trata como rival, um dia ele vai lhe desafiar. — Explicou Lucas
    — Namorada difícil a sua hein! Não se preocupe, tratarei bem a namorada do meu campeão favorito, só peça para ela fazer o mesmo comigo. — Disse Cynthia. — Ah, já ia me esquecendo, Barry que fará o show de abertura em Hearthome sou eu, então não se preocupe, estarei com você a todo momento.
    — Sério? — Disse um esperançoso Barry.
    Pearl a abraçou forte. Logo a mulher mexeu em sua grande bolsa preta que carregava e desenrolou de várias fronhas um ovo Pokémon branco cheio de triângulos vermelhos e azuis.
    — Cuide disso, é um presente — Disse ela a Barry — Foi com ele que ganhei o Grande Festival.
    Os olhos de Barry se encheram de água enquanto ele agarrava o ovo.
    — Presentes! E o meu? — Disse Lucas
    Cynthia mexeu mais na bolsa e tirou um pequeno cristal alaranjado e deu a Lucas, o garoto olhou para o ovo do amigo e para sua pequena pedra.
    — Descubra o poder desse cristal. — Disse Cynthia. — Bom, tenho que ir campeões, Lucas, dá próxima vez espera eu chegar para ressuscitar.
   — Vou tentar — Disse Lucas
    Depois de fortes abraços a grande mulher se foi.
    — Eu vou ganhar esse contest! 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Concurso Segunda Temporada!!!

Isso mesmo! O Capitulo 24 marcou o último capitulo da 1° Temporada - Tesouros Misteriosos, onde o foco era nas misteriosas joias que avô de Lucas os presenteou. Agora damos inicio a segunda fase da Fanfic, a 2° Temporada - Maravilhas Secretas, o que esse nome revela para você? 
E para comemorar vamos fazer um concurso?
Comente
 Nome:
Pokémon Preferido:
O Capitulo que mais gostou da 1° Temporada:
O Pior Capitulo da 1° Temporada:
O que achou da 1° Temporada:
O que espera da 2° Temporada:

O comentário mais criativo vai ganhar um personagem com o seu nome na fanfic. Não revelarei como nem quando, mas ele será de alta importância. 
O Concurso acaba na Segunda-feira dia 3. Então corram e Boa Sorte.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Capitulo 24 - Os Quatro Grandes Babacas.

   — Seus Babacas!!!! — Berrva Cyrus
    A sala estava cheia de Grunts, Mars, Jupiter e Saturn estavam presentes também, todos de cabeças baixas ouvindo já há uns vinte minutos o chefe gritar com eles.
    — Vocês estão surdos? Eu disse zilhões de vezes para não machicarem a garota!
    Um ousado Grunt se manifestou
    — Mas não tocamos em um fio de cabelo dela.
    Cyrus o fuzilou com o olhar, o Grunt se encontrava do outro lado da grande mesa, Cyrus andou até lá, pressionou fortemente o pescoço do homem
    — Você é estúpido? Você é cego? Vá pro inferno.
    Cyrus esperou o coração do homem para de bater para largá-lo no chão. Logo voltou-se aos outros
    — E vocês querem ter o mesmo fim dele?
    Ninguém respondeu
    — EU PERGUNTEI SE QUEREM TER O MESMO FIM DELE!
    Todos discordaram
    — Ah que bom, pois rezem para esse tal de Lucas ressuscitar ou a garota estar fingindo gostar dele, pois eu mato todos vocês se eu vê-la chorar por mais um dia. Um dia vocês tem para fazê-la bem, caso contrário irão encontrar com o amigo de vocês... NO INFERNO!!!
    Outro Grunt se apresentou
    — Mas senhor, como vamos fazê-la parar de chorar?
    — Não importo, dancem, virem palhaços, se ferrem, se matem se for preciso, mas quero ela feliz... Um dia, seus estúpidos.
    — Já que vamos morrer mesmo porque o senhor mesmo não vai até ela? — Disse outro Grunt
    Cyrus se virou e olhou o homem no fundo dos olhos, ele contornou a mesa mais uma vez, e desta vez mais um morreu com uma bala cravada na cabeça.

   — Seu Babaca!!!! — Berrava Dawn aos prantos com o Cranidos — Salva o garoto pela metade? Multiplica de tamanho, aumenta o rugido, fica ultra poderoso para na hora do vamos ver não fazer nada? Seu estúpido!!!
    Barry passava pro ali e logo agarrou Dawn a tirando de perto do Pokémon a força.
    O dia estava ensolarado e o jardim mais verde que nunca, estavam no jardim do ginásio de Gardenia, era florido e um dos lugares mais bonitos do mundo.
    No centro se encontrava Volkner, Gardenia, Joy, Barry e Dawn junto aos Pokémon de Lucas, todos em volta de uma maca onde Lucas estava imóvel, as mãos no peito junto as flores, Cranidos estava mais longe perto das árvores sendo xingado mentalmente por Dawn.
    — Olá — Começou Volkner rouco — Ontem um guerreiro se foi, meu único filho. Mas não foi só ele, minha mulher também morreu, perdi a razão e o motivo da minha vida, já não tenho mais família, meus pais também já se foram, e minha vida perdeu toda a luz — Ele desabou a chorar e logo voltou a falar — Perdi minha eletricidade, meu raio, meu mundo, não tenho mais motivos para estar em Twinleaf, nada me encanta mais lá, nada me encanta em lugar nenhum mais, mas tenho que ser forte, viver para fazer justiça contra uma equipe ruim que mata pessoas, matou o avô, a mãe e agora o filho, e eu não vou deixar isso assim, nunca.
    Ele não conseguia mais falar, Barry tomou o lugar dele na frente do amigo.
    — Eu conheci o Lucas, na verdade conhecia até demais, sério, nascemos no mesmo hospital no mesmo dia, a única diferença foi por mães diferentes, e desde então nos tornamos os melhores amigos, estou tentando não chorar, pois neste momento Dawn e Volkner precisam de alguém para consolá-los, mas está difícil, Lucas foi um garoto muito feliz por tudo que viveu, ele batalhou duro, era o mais recente Campeão da liga Sinnoh, era o mais forte, era o mais determinado, era o meu melhor amigo.
    Barry também parou de falar, Joy se recusou então sobrou apenas Dawn que depois de muito tempo tomou coragem e conseguiu falar em meio as lágrimas
    — Eu amei o Lucas, ele me amou muito e eu não soube retribuir o amor — Ela voltou a chorar, mas não parou de falar — Mas espero que ele saiba, onde quer que esteja, que eu o amo, não tenho pais e meu avô não pode vir, na verdade meu avô nunca mais ligou para mim, então posso dizer que ele era a única coisa que me maninha viva, era minha base, o último pilar que me sustentava, e ele se foi... Junto com todo o amor que não pude dar, junto com todos os beijos que poderia ter dado, junto com toda minha existência.
    Dawn parou de falar e todos se consolaram por um momento.

    — Seu Babaca!!! — Gritou Lucas
    O garoto estava numa sala imperial, com paredes fortes e em frente dele se encontrava um cara, vestia dourado e seus cabelos eram totalmente brancos, sua pele clara brilhava como a roupa.
    — Não adianta me xingar! — Disse o homem
    — Como não? Arceus, você me trouxe para cá, fez meu pai, minha namorada e meu melhor amigo sofrerem só para eu chegar aqui e dizer que não estou morto! Você não vê o quanto sofrem lá?
    — Lucas você precisa entender certas coisas! Primeiro é que eu faço o que eu quiser. Segundo que não lhe trouxe atoa! Você não viu como Cyrus está?
    — Eu não entendo! Porque Cyrus protege tanto a Dawn?
    — Porque você não acaba de uma vez com a Team Galactic, afinal porque não acaba com toda a violência e maldade do mundo? Você não faz o que quer? Então seja homem ou sei lá o que é e tome atitude.
    — Olha mais um insulto e transformo seu nariz em alface. Eu lhe trouxe para que intendesse o segredos das jóias. É uma longa história.
    — Ah tudo bem, já estão quase me enterrando mesmo, não ligo de voltar a vida já embaixo da terra.
    — Eu criei essas jóias e criei minha própria linhagem de humanos, na qual a joia passa de gerações em gerações.
    — O que? Espera, eu sou seu tatatatatatatataata....?
    — Não! Seu você é um desvio na minha linhagem, meu ultimo neto morreu sem sequer por um filho no mundo, era podre de rico e achava que crianças só atrapalham, e morreu se arrependendo de ter dado mais valor ao dinheiro. Ele não tinha herdeiro então no testamento deixou suas joias aos oito treinadores mais fortes de Sinnoh, os líderes, e seu avô ficou com o relógio de platina, e o Diamante e a Pérola.
    — Meu avô foi líder de ginásio?
    — Sim, foi substituído por Volkner pois estava meio velho. O homem não passou as joias para sua mãe, pois ele descobriu o segredo que havia dentro delas, descobriu que valia muito mais do que as joias em si valiam. Como ele descobriu tive que agir o trouxe neste mesmo lugar onde você está e contei a ele a verdade, disse que ele deveria entregá-la a você, pois ao criar essas jóias criei três lendários também, esses lendários estão conectados nas joias e protegeram aqueles que a merecerem.
    — Como?
    — Criei-as as três pessoas especiais, não sabia que era vocês, mas criei para três personalidades. O Diamante deveria parar na linhagem dos Diamond óbvio, e ele só seria ativo pelo mais corajoso e por aquele que mais soube superar até os maiores medos. A Pérola aos Pearl, pois precisava daquele que tinha mais sabedoria e liberdade, já no criamento da Platina eu... errei, a criei com raiva e castiguei a joia, o Pokémon nascido dela e a quem a ativasse, ela iria para linhagem dos Platinum, pois seria a linhagem dos desonestos e cheios de fúria.
    — Você está dizendo que Dawn é desonesta e cheia da fúria? Ela pode ser meio nervosa, mas não é para tanto!
    — Infelizmente Cyrus... Bem, você descobrirá a história dele, mas ele também sabe o quão valiosa são as jóias, por isso quer tê-las.
    — Pergunta! Por que a minha está cravada no Cranidos? Foi ele quem nasceu da jóias?
    — Eu disse Lendário! Cranidos é o protetor da joia que tem que te proteger, e como você está ligado a essa joia você sente o que Cranidos sente, logo logo, Dawn e Barry também passarão por isso, percebi que as Joias cravadas nos Pokémon são mais seguras que em suas mãos.
   — Hehe, isso é verdade.
   — Bom, agora escute, os Pokémon que nascerão com essas jóias estão preocupados. Se elas quebram os Pokémon sofrerão muito e isso pode causar a maior catástrofe no planeta.
   — Não seja por isso, tome as joias
   — Não estou vendo a coragem em você! Vocês são os protetores, vocês tem tanto poder quanto essa joia, tanto poder que mal morreu já vai voltar ao mundo!
   — Okay, o que quer façamos? Taquemos uma granada na base secreta da Team Galactic.
   — Nem se conseguissem resolveria, não é só uma, eles são poderosos e estão a ponto de descobrir a localidade de Dialga, Palkia e Giratina, você não gostaria que eles capturassem seus guardiões não é?
    — Voltamos a pergunta do porque você não faz nada, qualé, você é o Deus do mundo Pokémon, num aceno de cabeça você pode destruir e construir tudo de novo!
    — Você sabe quantos lendários existem no mundo?
    — Uns 20?
    — Não, 51! Com a chegada de Kalos mal consegui localizar os lendários, foi sorte eu achar os únicos três. O mundo e os Pokémon crescem sem eu saber, os humanos não audaciosos, mas ainda não descobriram nem metade do mundo, eu posso conhecer todos os Pokémon que existem e vão existir, mas os lendários não sou eu que crio, ele crescem na medida do que o mundo precisa, porque acha que me descobriram na 4° Geração? 4 equipes criminosas que começarão a querer capturar lendários, começaram a roubar, matar! O mundo estava acabando! Eles precisam de mim.
    — Que eu saiba ainda existe as 4 organizações e mais duas novas.
    Instantaneamente o nariz de Lucas ficou melo e verde como um alface grudado na cara dele.
    — O que? O que é isso? Tira isso de mim! — Berrava o menino
    — Eu avisei. Se meu trabalho fosse só acabar com as equipes eu estaria tão feliz quanto Dawn estrá daqui a pouco. Mas tenho que controlar os lendário, qualé, eles acham que podem fazer tudo, sempre, em toda região tem dois benditos lendários brigando e causando catástrofe, nesse momento Xerneas e Yveltal devem estar se conhecendo, acha que justo quando o Pokémon Vida e Morte são descobertos eles não vão brigar? Acabei de descobrir uma tal aposta que eles pretendem matar crianças! Agora com esse problemão todo você acha pouco eu estar lhe dando poder e a ressurreição? Agora volte já ao seu mundo que estou farto de você.
    Ele balançou a cabeça e Lucas já não estava mais ali.

    De volta ao velório todos já estavam a ponto de tampar o cachão quando  Cranidos deu a maior cabeçada de sua vida, quebrando a tampa e derrubando Volkner e Barry que a levantavam.
    — Grrrr, estou cansada de você! — Disse Dawn correndo para atacar o Pokémon quando Barry a segurou.
    — Olhe o que ele está fazendo! — Disse Barry
    Cranidos tinha pulado em cima de Lucas e derramado algumas lágrimas no coração do garoto, ele desceu no momento exato que Lucas deu a maior fungada de sua vida, todos assustaram, Joy saiu correndo gritando, Dawn desmaiou e Gardenia tapou os olhos assustada
    — Meu Deus, Dawn acorde.
    Volkner correu até o filho e lhe deu o abraço mais apertado do mundo.
    — Mal cheguei já quer que eu volte? — Disse o garoto engasgado.
    — Não, não, não, não! Fique bem, fique vivo.
    — Mas como? — Perguntou Barry com o maior sorriso do mundo e empurrando Dawn pro colo de Gardenia
    — Sabe, Arceus é até que um cara legal. — Disse Lucas
    — Você viu Arceus? — Perguntou Barry espantado — E isso no seu nariz é alface?
    Lucas levantou num pulo, mas tranquilizou quando viu que era um pequeno pedaço de alface no nariz.
    — É... Arceus não é tão legal assim.
    Eles começaram a rir até Lucas ver Dawn desmaiada no colo de Gardenia.
    — Me deixem sozinho com ela. — Disse Lucas
    Todos saíram e ele se ajoelhou com Dawn em seu colo. A garota acordou assustada olhando para todos os lados, ao olhar para trás ela não se espantou, ela aliviou-se com um breve suspiro
    — Ufa! Tive um horrível pesadelo, pensei que tinha... Esquece.
    — É, foi só um terrível pesadelo.
    Dawn o abraçou com força por um longo tempo, e só o soltou depois do beijo mais verdadeiro da vida da garota, foi a primeira vez que ela beijou com paixão, com todos os seus sentimentos, com toda sua alma. Ela se sentia a garota mais feliz do muno.

    Os três executivos entravam na sala de Cyrus acanhados, com a cabeça baixa e o medo da morte.
    — Senhor — Disse Mars — O garoto ele...
    — Ressuscitou! — Terminou Saturn
    Cyrus se espantou e levantou apressado da cadeira, bateu com os punhos na mesa que estremeceu e olhou para baixo.
    — Vocês devem ter rezado muito por isso — Comentou ele
    Os executivos não falaram nada.
    — Agora tratem de focar apenas nas pesquisas dos lendários.
   — Mas senhor, precisamos das joias.
    — Não se preocupe, vou pegá-las pessoalmente.
   
Continua...
Akagi (Pokémon)

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